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segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Dedicatória

    Nós devemos acarinhar aqueles que nos querem bem e tentar transformar lágrimas em sorrisos...só é pena que tanta gente se esqueça disso...

    A todos os meus amigos, que já me enxugaram lágrimas e riram comigo, que me deixam fazer parte da vida deles e fazê-los sorrir, dedico esta canção.








quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Amigos de infância


    Amigos de infância. Amigos que todos nós tivemos, dirão vocês. Aqueles que andavam connosco de bicicleta, com quem jogávamos à apanhada, à macaca, às escondidas e com quem íamos ao pomar comer fruta, encarrapitados nas árvores, até nos doer a barriga. Com quem nos zangávamos por tudo e por nada e com quem fazíamos rapidamente as pazes. Que se alegraram connosco quando nos apaixonámos e que nos enxugaram as lágrimas ao primeiro desgosto de amor. 

    Os meus amigos de infância são os meus irmãos e as minhas primas. 

    A minha infância e adolescência foi um pouco nómada, percorri, com a minha família Portugal quase de lés a lés. Nasci em Coimbra mas, com apenas alguns dias fui para Paços da Serra com os meus pais, seguiu-se Gouveia, Angra do Heroísmo, Aveiro, S. Vicente, Rio Maior e Funchal. No ano que completei dezassete anos regressámos definitivamente a Coimbra, donde, por razões profissionais, voltei a sair aos trinta e seis anos.

   Infância e adolescência felizes, sem dúvida, materialmente tinha mais do que a maioria dos miúdos na altura, tinha os meus irmãos, as minhas primas nas férias mas, sentia a falta de amigos. Amigos verdadeiros para a vida inteira. A minha timidez natural sempre fez com que demorasse algum tempo a fazer amigos e quando isso acontecia tinha de mudar de terra. 

   Será isso que me faz, agora, acarinhar tanto os amigos que tenho a ponto de às vezes parecer que os sufoco? Será isso que me faz ter um medo, quase fóbico, de perder os amigos e as pessoas de quem gosto? Não sei...

    Ser amigo, assim como amar...também é complicado!





quinta-feira, 26 de julho de 2012

A um amigo ausente

    Hoje acordei tão feliz...que vontade de poder partilhar essa felicidade contigo. Não posso, já partiste... 
    Tenho saudades das nossas conversas, das chamadas desesperadas, e muitas vezes a horas muito impróprias, que me fazias quando te zangavas com a tua companheira.
    Tenho saudades dos ralhetes que me davas porque eu não deixava de fumar ou porque me tinha apaixonado por um homem proibido.
    Tenho saudades de te ouvir cantar.

    Bolas, Chico, não achas que partiste cedo demais? 


segunda-feira, 28 de maio de 2012

Dá-me um abraço

   Esta semana vai ser muito atarefada, não terei grande tempo para os meus amigos e a minha família, por isso aqui deixo um xi-coração muito apertadinho e um "gosto muito de vós todos".