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quinta-feira, 26 de julho de 2012

A um amigo ausente

    Hoje acordei tão feliz...que vontade de poder partilhar essa felicidade contigo. Não posso, já partiste... 
    Tenho saudades das nossas conversas, das chamadas desesperadas, e muitas vezes a horas muito impróprias, que me fazias quando te zangavas com a tua companheira.
    Tenho saudades dos ralhetes que me davas porque eu não deixava de fumar ou porque me tinha apaixonado por um homem proibido.
    Tenho saudades de te ouvir cantar.

    Bolas, Chico, não achas que partiste cedo demais? 


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