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terça-feira, 8 de outubro de 2013

Decidam!

Vamos todos morrer e não temos grande palavra a dizer sobre como e quando. Mas podemos decidir como vivemos. Por isso façam-no.

Decidam!

É esta a vida que querem viver?
É esta a pessoa que querem amar?
É isto o melhor que podem ser?
Conseguem ser mais fortes?
Mais gentis?
Mais alegres?
Mais bondosos?
Mais amigos?
Mais otimistas?

Decidam!

Inspirem, expirem e decidam!




sábado, 5 de outubro de 2013

Aceitar...perdoar...

Nós somos mesmo todos tão diferentes. Nos valores e princípios, nos gostos e preferências! Nem sempre é fácil respeitar isso. Pelo contrário, às vezes é mesmo muito difícil! A capacidade de respeitar a opinião do outro e aceitá-la é de uma grandiosidade inimaginável. Capacidade essa que eu nem sempre tenho! Não sem pelo menos discutir e dissecar tudo!
Lá acabo sempre por respeitar, mas nem sempre aceito! Não aceito que a minha amiga continue a perdoar o namorado vezes sem conta, só porque acha que é demasiado difícil perdê-lo, quando já o devia ter posto a andar há anos!!
Tenho dificuldade em aceitar e dar importância a pessoas que criticam, quando têm a casa cheia de telhados de vidro!
Tenho ainda muito que "trabalhar" até ganhar a capacidade de aceitar coisas que não fazem parte da minha maneira de estar na vida.

Tenho, no entanto uma grande capacidade de perdoar! Isso não quer dizer é que queira mais conversa com a pessoa abençoada pelo meu perdão! "Forgive and Forget".
Por exemplo, o Michel Teló está perdoado por me ter torcidado os ouvidos durante semanas! Mas por mim, pode bem emigrar para Marte! Aquele ex está perdoado, mas quero-o bem longe da minha vista! Desejo que aquela amiga que me espetou uma faquita nas costas seja muito feliz, lá longe! 
Muita gente pode achar que isto não é perdoar, mas para mim perdoar é conseguir ultrapassar tudo sem guardar rancores, não desejar mal nenhum à pessoa, muito pelo contrário, desejar-lhe todo o bem do mundo!
O acto de perdoar não significa "Pronto, faz de mim o que quiseres outra vez!", porque isso não é perdoar, isso é não ter respeito por nós próprios!

Cris





terça-feira, 1 de outubro de 2013

Aprendi...

Acho que não existe ninguém no mundo que não quisesse regredir uns anos e reescrever a sua história! Não acredito que haja alguém que não mudaria nada do seu passado, se pudesse! Se existe, então Parabéns!! Que inveja!
Claro que há sempre uma condição! Voltar atrás? Sim! Mas a saber o que sei hoje! Senão voltaríamos, com certeza, a cometer os mesmos erros!!

Como era bom ser agora uma miúda de 15 anos e saber que com essa idade e nos próximos 8 anos, a melhor coisa que pudemos fazer é estudar!! Tantas vezes nos avisaram e não demos grande importância! Que sorte têm os jovens conscientes disso! 
Mas é com erros que se aprende! Com tudo de mau que nos acontece, com todas as cabeçadas!
Aprendi que temos que dar sempre tudo de nós, pelo menos para ninguém nunca nos apontar absolutamente nada!
Aprendi que o medo que temos que os outros saibam o que sentimos, não faz o mínimo sentido!
Sei que dormir mais do que 8h por dia é mesmo um desperdício de tempo. Convém que essas 8h sejam seguidas, e se possível não comecem depois da 1h/2h da noite. Pronto, com a excepção de um dia por semana em que nos podemos permitir apanhar uma grande broa, que também aprendi que é muito bom para o stress e muito mau para o resto... muito mau!! Mas também sei que começa a chegar sábado e nos esquecemos do domingo passado que mal existiu... E andamos nisto anos! Até que a noite deixa de ter tanta piada, e passar o Domingo a ressacar é coisa para se fazer só quando vale mesmo a pena!

Aprendi também que a minha família me adora, e por isso tenho que ir buscar a paciência que não tenho ao céu e ao inferno, porque ela merece, apesar de nem sempre ter razão. Sim, nem sempre os nossos pais têm razão. Mas na maioria das vezes, TÊM!!
Adoro os meus amigos, com todos os seus defeitos e manias que eu sei que também tenho.
Aprendi que realmente só gostamos de quem não devíamos, e não daquele rapazinho engraçadinho que é tão boa pessoa.

Há palavras que magoam muito, é verdade. Mas palavras, leva-as o vento. Toda a gente diz coisas que não sente, toda a gente diz coisas erradas para o bem e para o mal porque muitas vezes, expressar sentimentos através de palavras é a coisa mais difícil do mundo! Os actos, esses sim, são para ter em consideração. Quer nos digam que nos amam ou que nos odeiam, é nos actos que provam isso que temos que estar atentos!
É mesmo verdade que só nos apercebemos das coisas quando elas já foram embora, e depois já não sabemos se ainda as conseguimos apanhar se corrermos muito. Umas vezes sim, outras nem por isso! Mas também, quem disse que temos que correr? Se não formos orgulhosos nem nos perdermos pelo caminho, podemos sempre apanhar ali o concorde. Pode ser que cheguemos a tempo!!
Aprendi que as mulheres não são assim tão complicadas, e muito menos os homens assim tão simples! Eles às vezes conseguem ser bem mais complicados... Enfim, haja muita paciência, que também aprendi que é uma coisa muito muito importante!

Sei que o amor não chega. Sei que numa relação, o amor é tão indispensável como insuficiente!
Sei que se vamos depender de outros para estar bem, estamos tramados! Aprendi a ser feliz comigo!
Os momentos com amigos são das melhores lembranças que vamos ter para a vida, e devemos sempre reservar tempo para eles! Não estar quando der, é preciso ligar, marcar e aparecer! Namorados(as) vão e vêm, amigos é para sempre e são muitos mais indispensáveis do que se pensa!
Aprendi que nem em nós próprios devemos confiar a 100%, o que fará nos outros!
Às vezes vamos fazer coisas que não percebemos como. Vamos olhar para o espelho e não reconhecer aquela pessoa! Mas passa. Temos que aceitar que não somos perfeitos, que fazer asneira faz parte!

Nos "entretantos", lá acabei por ir estudando, por fazer amigos que sei que são para a vida, por me aceitar com todos os defeitos que tenho (reconhecê-los e admiti-los), por reconhecer que família é a base mais importante que podemos ter e dar graças por isso! Sei o que não quero, sei onde errei, sei onde acertei e sei que no fim de cada capítulo, tudo acaba por ficar bem!

Cris






segunda-feira, 30 de setembro de 2013

O teu nome

Digo o teu nome, entre todos os silêncios, entre todos os dias, entre todas as horas. Chamo por ti, soletrando todas as letras, bebidas de um luar em frutos e flores. A minha voz solta-se como uma ave sem rumo, como um barco sem porto, abraçando o horizonte entre os ecos do vazio. E espero… espero que o tempo te traga e sejamos um só.






sábado, 28 de setembro de 2013

Sonho

Nas noites em que mais 
pensava em ti
não conseguia dormir.
Agora que pouco 
te sinto, sonhei contigo
fazendo-me rir.


Eu te imagino...

Como a onda que se desfaz
Como o vento que não volta
Como o tempo que não se repete
Como a ilusão que me ilumina

Eu te imagino...

És um sonho
Apenas um sonho impossível
Mas um sonho...
Que vou continuar a sonhar
Porque em sonhos

Eu te imagino...









Quero-te!



segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Meu querido Pai Natal

    Aproxima-se o Natal e, em mim, agudiza-se a saudade de todos os que nunca mais passarão o Natal comigo... a quem eu diria "Feliz Natal" e daria um beijo terno.  Lembro-me em especial do meu pai....

    Todos nós sentimos por vezes esta saudade, este aperto no peito, esta lágrima que teima em cair... e quem disser que não é porque mente!

    A canção "Meu querido Pai Natal", de Luís Represas e João Gil, trouxe-me saudades e  boas recordações. 

    Aqui a deixo, esperando que ela também vos faça viajar no tempo e que recordem momentos bons da vossa infância...com um sorriso, pois recordar vale a pena!




sábado, 17 de novembro de 2012

Viver, também, é andar em frente com lágrimas nos olhos pois, ao longo da caminhada, quando menos esperarmos, está um sorriso à nossa espera.






quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Mudança

   O desassossego, provocado muitas vezes por insatisfação comigo própria, sempre me fez procurar a mudança. Há alguns anos mudei de visual...virei loura e mudei radicalmente a minha forma de vestir, de quase freira passei a, como alguém disse, "estás de fazer parar o trânsito". Passei a sorrir mais e a preocupar-me menos. Mudei de casa. Mudei em relação aos amigos, quero relações em que haja respeito e não me provoquem mágoas...amigos que me aceitem como eu sou e que sejam comigo eles mesmos...sem fingimentos. 
    Há também aquele pequenino desassossego, que me fazia ir às compras, à cabeleireira, à esteticista... tudo isto agora é praticamente impossível, o dinheiro está curto. Mas, também, da cabeleireira não preciso, o meu novo cabelo encaracolado e quase preto (mais uma mudança, não intencional mas de que estou a gostar) arranja-se naturalmente e como ando a deixá-lo crescer...
    Hoje senti esse pequeno desassossego...Que fazer?
    Mudei a disposição dos móveis do escritório!
   Arrastar os móveis para os seus novos sítios foi uma canseira, mas valeu as dores nas costas que me provocou. Está com um ambiente muito mais aconchegante, nem parece um escritório...fiquei com duas salas...
    Adeus pequeno desassossego...estou cansada mas feliz!








segunda-feira, 12 de novembro de 2012

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Silêncio


  "O grau de intimidade das pessoas mede-se pela capacidade de suportarem e apreciarem os silêncios".


Uma Thurman em Pulp Fiction





segunda-feira, 24 de setembro de 2012

E se?

A filha que tenho é a minha que me estava destinada. Estava escrito...e gosto de pensar que é verdade. Mas tudo o resto parece aleatório.

E se uma coisa que eu tivesse dito ou feito fizesse com que tudo se desmoronasse?

E se tivesse escolhido outra vida? Ou outra pessoa? Podíamos nunca nos ter encontrado.

E se eu tivesse sido educada de outra maneira?

E se o meu pai ainda fosse vivo?

E se?

E se?

E se?

A vida é um dom, há que aceitá-la, por muito confusa ou dolorosa que possa parecer.
Algumas coisas vão acontecer como se estivessem destinadas, por mais impossíveis que possam parecer.









segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Dor

A dor é algo que todos temos em comum, mas é diferente em cada pessoa.

Não é apenas a morte que temos a chorar, é a vida, é a perda, é a mudança. E quando nos perguntamos porque tem de ser assim tão mau de vez em quando, porque tem de doer tanto, temos de nos lembrar que tudo pode mudar de repente. É assim que nos mantemos vivos. E como sobrevivemos quando dói tanto que nem conseguimos respirar?

A dor chega na altura própria e a seu modo para cada pessoa. Portanto, o melhor que podemos fazer, que alguém pode fazer, é tentar ser honesto. O que é mesmo chato, a pior parte da dor, é que não conseguimos controlá-la. O melhor que podemos fazer é permitirmos senti-la quando chega e depois deixá-la ir quando conseguirmos. O pior é que quando pensamos que já a ultrapassámos, começa de novo. E de cada vez que começa ficamos sem fôlego.






sexta-feira, 27 de julho de 2012

Um corpo ligeiramente imperfeito

    Acho que fui vítima de uma conspiração: eu estou perfeitamente preparada para combater o acne, lutar com os quilos a mais que os contracetivos nos oferecem e até evitar a queda de cabelo durante a gravidez. É pena que de repente todo esse conhecimento seja inútil...
    Socorro! Onde está o Manual de beleza dos cinquenta? O meu corpo começa a fazer coisas extravagantes (pior, a deixar de fazê-las) e nada me explica como evitá-las.
    Querida Madame M. tenho muitas queixas a fazer-lhe e não vejo o livro de reclamações. Queria saber, por exemplo, porque ninguém me disse que além das famosas (afinal inofensivas) rugas debaixo dos olhos, aos cinquenta teria também os joelhos engelhados. Porque me ocultaram que todas as partes do meu corpo - TODAS - descairiam cerca de meio metro (e nem me fale dos gloriosos noventa anos da Jane Fonda).
    Porque não me avisou que correr desenfreada e alegremente pelo campo ao entardecer perderia o seu encanto para dar lugar a taquicardia e hiperventilação, além de cãimbras nos lugares mais recônditos do corpo?
    Ter-lhe-ia agradecido se me tivesse avisado que fazer amor nas areias escaldantes das Caraíbas, na mesa da cozinha e no elevador do prédio, se tornariam um enorme risco e que, aos cinquenta, um dia de trabalho seria suficiente para transformar uma cara normal (ou quase) num conjunto de olheiras esverdeadas. Também não me informou da famosa lei do abacate (que tantas dores de cabeça me teria poupado!) que se reduz a uma única e sábia permissa:

    "Os homens devem consumir-se de preferência antes de chegarem ao mercado (embora estejam um pouco verdes e bastante rijos) pois as suas maturidade e decadência são simultâneas."

    Enfim, descubro agora que não cumpriu as suas obrigações e pior, suspeito que ainda não tem vinte e cinco anos.






Contos de fadas

    Todos recordamos as histórias da nossa infância... o sapato serve à Cinderela... o sapo transforma-se em príncipe... a Bela Adormecida é acordada com um beijo...
    Era uma vez... e viveram felizes para sempre.
    Contos de fadas. A essência dos sonhos. 
    O problema é que os contos de fadas não se tornam realidade. São os outros contos, que começam em noites sombrias e acabam no indescritível, são os pesadelos que parecem concretizar-se sempre. Quem inventou a expressão "felizes para sempre", devia levar uma valente surra.
    Era uma vez... felizes para sempre.
    Os contos de fadas não se concretizam. A realidade é bem mais conturbada. Mais sombria. Mais assustadora.
    A realidade... muito mais interessante do que "viver feliz para sempre".






quinta-feira, 26 de julho de 2012

A um amigo ausente

    Hoje acordei tão feliz...que vontade de poder partilhar essa felicidade contigo. Não posso, já partiste... 
    Tenho saudades das nossas conversas, das chamadas desesperadas, e muitas vezes a horas muito impróprias, que me fazias quando te zangavas com a tua companheira.
    Tenho saudades dos ralhetes que me davas porque eu não deixava de fumar ou porque me tinha apaixonado por um homem proibido.
    Tenho saudades de te ouvir cantar.

    Bolas, Chico, não achas que partiste cedo demais? 


quarta-feira, 25 de julho de 2012