Hoje, depois da bica e de dois dedos de conversa com os amigos, na esplanada do jardim, fui fazer um regresso ao passado.
Vivo aqui há doze anos, mas passei cá, em Rio Maior, a minha pré-adolescência e parte da minha adolescência, a profissão do meu pai obrigava-nos a andar de terra em terra e, Rio Maior foi um dos sítios onde estivemos.
Fui até à casa onde vivi na altura.
Eu e os meus irmãos ainda lhe chamamos "a nossa casa" apesar de já não ser.
Ia decidida a tocar à campainha e pedir para me deixarem dar uma volta pelo jardim e quem sabe talvez entrar um pouco. Não foi preciso. Encontrei-a com aspecto abandonado, a relva do jardim está mal cuidada, as varandas estão ferrugentas assim como o portão. A porta de acesso à garagem estava aberta mas, tão perra que, não consegui entrar...muitas festas lá fizemos. E cortaram uma das árvores do jardim...
O que estava mais ou menos conservado eram as portas dos galinheiros. Não me lembro se chegámos a ter lá galinhas mas o meu irmão guardava lá as caixas de medicamentos vazias. Queria ir para Medicina...hoje é farmacêutico.
Foi um momento de nostalgia e alguma tristeza também, mas que me fez muito bem...fui muito feliz aqui.
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| "A porta principal" |
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| "O acesso à porta da cozinha" |
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| "A porta da cozinha" |
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| "Os galinheiros" |
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| "Porta da garagem" |
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| "Subi muitas vezes a esta árvore" |
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| "Ao portão" |
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| "De saída" |
1 comentário:
Como e costuma dizer... a nossa casa é onde mora o nosso coração.
Beijos grandes
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