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domingo, 4 de março de 2012

Pai

    Pai. A tarde dissolve-se sobre a terra, sobre a nossa casa. O céu desfia um sopro quieto nos rostos. Acende-se a lua. Translúcida, adormece um sono cálido nos olhares. Anoitece devagar.
Dizia nunca esquecerei e lembro-me.
in "Morreste-me", José Luís Peixoto




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