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segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Carta ao psicólogo

A semana não começou da melhor maneira, o rebentamento de um cano na rua deixou-me sem pinga de água nas torneiras. Estão três homens da CMRM de volta de um buraco lá fora há horas e nada... O melhor é desvalorizar este contratempo, descobrirão o problema mais cedo ou mais tarde (espero que mais cedo eheheh), tomar banho com água do Luso e dar uma boa gargalhada.  

A seguinte carta chegou-me por email e está demais.

Carta ao Psicólogo

Caro Dr. António Roberto,

Espero que me possa ajudar. Saí de casa ontem à tarde para ir trabalhar, e deixei o meu marido em casa, a ver televisão.
Andei pouco mais de um quilómetro quando o motor parou e não voltou a arrancar. Voltei para casa, para pedir ajuda ao meu marido, e quando cheguei apanhei-o em flagrante, na cama, com a filha da minha vizinha!
Eu tenho 32 anos, o meu marido 34 e a desavergonhada 19. Estamos casados há 10 anos e ele confessou que mantinha aquela relação há mais de 6 meses.
Eu amo o meu marido e estou desesperada.
Preciso urgentemente do seu conselho.

Antecipadamente grata,

Joana
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Cara Joana,

Quando um carro pára depois de ter percorrido uma pequena distância, isso pode ser devido a uma série de fatores. Pode não haver combustível no depósito, ou o filtro estar entupido, também pode ser da injeção eletrónica ou da bomba de gasolina que, não fornrcendo combustível ou pressão suficiente nos injetores impede que o motor funcione. Nesse caso a pessoa a contactar deve ser um mecânico.
Não volte a incomodar o seu marido. Ele não é mecânico.

Espero ter ajudado.

António Roberto, psicólogo








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