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segunda-feira, 30 de setembro de 2013

O teu nome

Digo o teu nome, entre todos os silêncios, entre todos os dias, entre todas as horas. Chamo por ti, soletrando todas as letras, bebidas de um luar em frutos e flores. A minha voz solta-se como uma ave sem rumo, como um barco sem porto, abraçando o horizonte entre os ecos do vazio. E espero… espero que o tempo te traga e sejamos um só.






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