De Coimbra fica o rio e uma saudade
Cavaleiros andantes e Dulcineias
De Coimbra fica a breve eternidade
Do Mondego a correr em nossas veias
De Coimbra fica o sonho e fica a graça
Antero de revolta capa à solta
De Coimbra fica o tempo que não passa
Neste passar de tempo que não volta
(Manuel Alegre)

2 comentários:
Tempo de Coimbra não volta atrás, mas as saudades ficam sempre. Um belo gelado na Tupik, um passeio pela baixa, o Visconde onde comprei as minhas botas Doc Martens... Passar a ponte para o estádio universitário e ser atropelada na passadeira lol Oh tempo volta pra trás...
Nem me lembres, ouvir-te dizer que tinhas sido atropelada, sim, ligaste-me quando ias a caminho do hospital, no carro que te atropelou...foi ao mesmo tempo um susto e um alívio.
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