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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Tempo Que Não Passa


   De Coimbra fica o rio e uma saudade
   Cavaleiros andantes e Dulcineias
   De Coimbra fica a breve eternidade
   Do Mondego a correr em nossas veias

   De Coimbra fica o sonho e fica a graça
   Antero de revolta capa à solta
   De Coimbra fica o tempo que não passa
   Neste passar de tempo que não volta

    (Manuel Alegre)




2 comentários:

Diana disse...

Tempo de Coimbra não volta atrás, mas as saudades ficam sempre. Um belo gelado na Tupik, um passeio pela baixa, o Visconde onde comprei as minhas botas Doc Martens... Passar a ponte para o estádio universitário e ser atropelada na passadeira lol Oh tempo volta pra trás...

Cristina Cunha Gil disse...

Nem me lembres, ouvir-te dizer que tinhas sido atropelada, sim, ligaste-me quando ias a caminho do hospital, no carro que te atropelou...foi ao mesmo tempo um susto e um alívio.